Produção manual de sacolas de papel

Quem produz sabe o stress que os serviços terceirizados de dobra e colagem podem produzir.

 

Desde a questão da qualificação da mão-de-obra até às questões da logística, os custos e tempos envolvidos geram, quase sempre, uma grande dor de cabeça.

 

Quebras de produção, avarias, riscos, manchas, atrasos de entrega, custos de leva e traz da gráfica aos terceirizados, cobrança, etc, são alguns dos pontos cotidianamente vividos pelas indústrias desse tipo de embalagem. Temos ainda que considerar os danos indiretos mas relevantes criados com o constrangimento do cliente ao receber suas embalagens com defeitos e avarias.

 

Por exemplo:

Uma sacola mal colada pode gerar um sério inconveniente ao cliente final, o consumidor que sai de uma loja com essa embalagem. Imagine ele chegar na rua após sair da loja e ver a sacola (p.ex) soltar o fundo, arrebentar do lado, soltar uma alça e, pior ainda, ver sua compra cair no chão (uma roupa, um vinho, um óculos, etc).  Por conseqüência, poderá retornar ao lojista que a forneceu e reclamar com veemência, prejudicando suas relações e manchando a marca da loja.

 

Obviamente, o problema não irá encerrar ali – esse lojista transferirá à gráfica fornecedora todo esse dissabor, podendo cancelar todo o pedido, pedir alguma vantagem financeira como prorrogação de vencimento, p.exemplo ou até mesmo, um ressarcimento moral pelo inconveniente. Em caso mais graves, pode ocorrer também a perda definitiva desse lojista como cliente.

Existem soluções para tudo isso: automação dos processos, treinamento das equipes envolvidas, conscientização constante de todos os envolvidos e um PCP (Planejamento e Controle de Produção) eficiente e eficaz.

 

Nós, da ForEx Consulting, oferecemos todo o suporte necessário para transformar a sua gráfica de embalagens numa indústria de alta performance.

Hoje já é possível automatizar quase 100% do processo e isso fará a total diferença, evidenciando quem ficará e quem sairá desse mercado.


Sacolas plásticas X sacolas de papel

Não existe a menor chance de retrocesso: as sacolas plásticas estão com seus dias contados, embora ainda insistam numa sobrevida por algum tempo.

Bem, em primeiro lugar o saquinho plástico é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos, ou seja, seu tataraneto pode no futuro se deparar com o saquinho que você jogou fora hoje.

 

 

No Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por saquinhos plásticos – além disso, a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma toneada de plástico são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os degetos resultantes”.

 

Assim, será inevitável o crescimento relevante do consumo de sacolas de papel, tanto as processadas manualmente como as chamadas “automáticas”, geralmente impressas por processos de flexografia.

 

O empresário que enxergar já essa realidade e se preparar com máquinas especiais para esse fim estará apto a enfrentar a nova onda de consumo que bate à porta, já!

 

Fale com a ForEx Consulting – nós ajudaremos você no processo de migração do plástico para papel ou na ampliação de sua capacidade produtiva de embalagens.