As notícias negativas e os empresários

Diariamente somos bombardeados por informações de todo tipo. Ultimamente, diante de um cenário econômico tão instável, muitos empresários ficam perplexos e quase congelados, preocupados com o dia de amanhã. Uma pequena história ilustra bem esse fato. 

 

Segundo as Leis da Aerodinâmica, o besouro não poderia voar. Suas linhas e contornos, associados a um corpo robusto ligados a pequenas asas, confirmam a lógica de que é impossível ele voar….Mas o mais incrível: ele voa, e voa muito bem, por longas distâncias. A questão é simples: ele voa porque ninguém disse e ele nunca ouviu que não pode voar – por isso, ele simplesmente voa, ignorando todas as teorias físicas contrárias a isso.

 

No mundo dos negócios não deve ser diferente – enquanto o empresário ficar ouvindo más notícias e por conta disso travar suas ações com medo de algo que siquer conhece, os resultados poderão ser catastróficos. Não estamos dizendo que não se deve ter prudência e tampouco que se deve ficar alheio às coisas que nos rodeiam.

 

Apenas estamos dizendo que o foco não deve ser a má notícia – e sim as vantagens que se pode tirar disso. Enquanto o besouro não souber que não pode voar, voará.

Enquanto o empresário não ficar focado na má notícia, crescerá! Esse é o segredo.

Alguém já disse, que em tempos de crise, uns choram e outros vendem lenços.

 

Fale com a ForEx e descubra como fazer parte desse time vencedor!


Soluções para o seu negócio!

Muitos são os fornecedores de máquinas para processamento de sacolas de papel. Geralmente são máquinas chinesas e como são fabricadas lá fora, são comercializadas aqui no Brasil sem qualquer adequação às nossas peculiaridades. Por conta disso, os problemas podem ser maiores que a solução adquirida e, em alguns casos, as máquinas são abandonadas por falta de mão de obra ou recursos técnicos capazes de torná-las produtivas.

 

A ForEx aprendeu isso muito cedo. Nossos profissionais especializados na produção de sacolas de papel viram a necessidade de mudar esse quadro e para isso pesquisou muito até achar Fabricantes dispostos a aceitar o desafio de fabricar máquinas com a CARA BRASIL.

 

Veja algumas questões tratadas com nossos Fabricantes de soluções para embalagens:

 

  1. Normas de Segurança
    Quesito fundamental à Legislação Trabalhista vigente, as máquinas recebem identificação dentro da NR-10 e NR-12 para garantir a segurança dos operadores.

     

  2. Níveis de Ruído
    São utilizados recursos que diminuem sensivelmente o ruído dos motores e bombas de pressão.

     

  3. Altura dos equipamentos
    Os orientais são, em média, menoresque os brasileiros. Pensamos nisso também e adequamos à altura das máquinas à média da altura dos brasileiros, evitando dores nas costas e outros problemas de saúde.

     

  4. Formatos
    Os equipamentos receberam diversos recursos para facilitar a colagem de sacolas conforme o tipo de faca.

     

  5. SETUP (acerto das máquinas)
    Uma das maiores dificuldades das máquinas de dobra e colagem de sacolas é com relação ao SETUP dos equipamentos. Normalmente, são complexos, demorados e acabam gerando uma considerável perda de materiais (folhas) até se conseguir os posicionamentos corretos.

    Os nossos equipamentos receberam várias implementações nesse sentido, utilizando uma estrutura limpa e fácil de acertar – além disso, possuem um painel digital touch-screen que permite uma programação rápida do sistema coleiro, agilizando sobremaneira o acerto das máquinas.

     

  6.  Sistema coleiro
    Foram implementados recursos de ajustes finos que propiciam uma colagem precisa e com baixo consumo de cola. 

 

Além dessas implementações, dezenas de outras foram feitas para tornar as máquinas altamente produtivas, de fácil aprendizado e de manutenção baixa.

 

Consute-nos para outros detalhes.

 


Empreendedores

O brasileiro é empreendedor por natureza. Está sempre buscando formas novas de fazer negócio, de criar novas oportunidades para sí e para os outros. Entretanto, quando olhamos as estatísticas de empreendedorismo de sucesso, constatamos que muitos que se aventuram por esse universo acabam ficando no meio do caminho. Aí a pergunta é inevitável: por quê?

 

Cremos firmememente que as principais razões são: o despreparo técnicoemocional e financeiro. Esses 3 elementos são a base de todo o sucesso já que os dados não mentem: mais de 50% dos novos empreendimentos fracassam nos 2 primeiros anos de atuação.

 

 Veja as principais diferenças entre ser empresário e ser empreendedor:

 

EMPREENDEDOR:

  • É o pai da idéia
  • Tem boa criatividade
  • É inovador
  • Enxerga objetivos com clareza
  • Identifica oportunidades
  • Sabe montar um projeto

 

EMPRESÁRIO:

  • É sinônimo de prudência e cautela
  • Limita-se a administrar a companhia
  • É conservador
  • Não é receptivo à mudanças bruscas
  • É equilibrado em suas decisões

 

O Empreendedor é o pai da idéia de um novo negócio. O Empresário precisa perpetuar essa idéia ao longo do tempo – E aqui está o segredo: ser empreendedor e ser empresário requer conhecimento e busca constante de informações – nós estamos aqui exatamente para isso!

 

Conciliar a figura dos dois perfis numa única pessoa é uma tarefa que exige grande habilidade e requer uma conduta disciplinada, obstinada por resultados positivos e determinada naquilo que busca no mercado. 

 

Por isso existimos! Apresentamos conceitos simples que podem fazer toda a diferença. Apesar de serem simples, encerram em seus conteúdos grande conhecimento técnico e científico, preparando o empreendedor para ser um verdadeiro empresário. 

 

Não corra o risco de jogar a sua idéia fora! Fale com quem pode realmente ajudá-lo a tornar uma idéia num grande negócio durante muito, muito tempo.


ForEx – a engrenagem que movimenta o seu negócio

Estamos vivenciando um momento atípico na economia mundial. Todos os setores sentem dia a dia os reflexos de uma mudança de comportamentos, mercados, exigências,tendências, etc. E no Brasil isso não poderia ser diferente. 

 

Diante de um cenário em tão avassaladora transformação, o empresário precisa estar muito atento às necessidades de adaptação, inovações e maneiras diferentes de fazer as coisas, e, às vezes, as mesmas coisas que vem sendo feitas há muito tempo de uma determinada maneira. Porém, as dificuldades podem ser enormes e difíceis até de serem identificadas com clareza.

 

É aqui que a ForEx entra em cena!

 

Planejar, executar e acompanhar tudo requer esforços bem direcionados: a nossa empresa existe para ser a ponte que liga todas as etapas, disponibilizando aos empresários soluções inovadoras em tudo aquilo que pode ampliar sua competitividade e tornar seu parque fabril numa indústria de alta performance.

 

Para tanto, mantemos profissionais em constante atualização no Brasil e no exterior para que nossos clientes obtenham seus melhores resultados naquilo que fazem.

 

A um toque de tecla você chega até nós – ligue e descubra porque somos os pioneiros na área.

 

Tel.: +55 47 3241.0909
Email: contato@4exconsulting.com.br


5 Dicas de como comprar máquinas para produção de sacolas de papel


Temos constatado que nossos clientes estão recebendo muitas ofertas de máquinas para produção de sacolas de papel de fornecedores que não são especializados no segmento de embalagens.  São empresas que chamamos de GENÉRICAS, ou seja: vendem todo tipo de equipamento gráfico mas não são oriundas do segmento específico de produção de embalagens.

 

Diante disso, ficam inseguros na hora de decidir já que cada Vendedor parece ter a melhor solução.

 

 

 

  DICA 1: Não acredite em tudo que se fala de máquinas “totalmente automáticas”  

 

No universo de soluções de máquinas para dobra e colagem de sacolas de papel existem alguns pontos que precisam ficar muito claros. A pergunta é: qual equipamento a minha gráfica precisa?

Questões como produção mensal, tipos de sacolas, tipos e gramaturas de papéis mais utilizados, tamanhos, facas, etc, podem e devem ser objeto de profunda análise antes de decidir uma compra. 

 

Existem, basicamente, 3 tipos de máquinas para esse propósito: as manuais, as semi-automáticas e as automáticas. Nossos clientes têm nos procurado com muitas dúvidas pois o universo das ofertas desses equipamentos tem crescido e a maioria dos «vendedores» prometem coisas que muitas vezes podem esconder armadilhas. Não se trata necessariamente de má fé – na maioria das vezes é falta de conhecimento mesmo. Por isso, resolvemos prestar algumas informações para que sua empresa não compre «gato por lebre».

 

No caso de escolha sobre máquinas automáticas, alguns cuidados precisam ser tomados. Todo processo automático tem limitações – simplesmente afirmar que «entra uma folha e sai uma sacola pronta» esconde informações que são muito relevantes. Há limitações quanto à formatos, gramaturas de papéis, tipos de papéis, etc. É muito fácil falar que uma máquina faz tudo, que já vinca automaticamente, que já faz isso ou aquilo e que elimina processos manuais (obviamente, mão-de-obra).

 

Mas é preciso falar outras coisas que ela não faz e que pode ser decisivo para o seu caso. Quanto mais automática, normalmente é bem maior o tempo de Setup (ajustes, acertos, etc) e a perda de material inicial é maior. Logo, não recomendamos esse tipo de equipamento (automáticas) para indústrias de baixa tiragem pois os tempos de acertos, as quebras de produção até se chegar ao ponto ideal não justificam o investimento.

 

Esse tipo de máquina é para indústrias que possuem uma tiragem de arranque e não para produções onde a cada produção a quantidade é pequena (1000, 2000, 3000, etc.). Portanto, nem tudo que reluz é ouro!

 

  

  DICA 2: Qual a experiência em produção de sacolas de papel que o Vendedor dessas máquinas possui? 

 

Só quem trabalhou efetivamente no segmento, preferencialmente no chão de fábrica de uma indústria de sacolas, conhece o cotidiano das dificuldades desse setor.

 

Questione o vendedor quanto à questões como formatos, facas, maneiras de fechar uma sacola, etc. Na grande maioria, os vendedores dessas máquinas são vendedores de vários tipos de equipamentos – vendem de tudo no universo gráfico (corte & vinco, impressoras, guilhotinas, etc) e não possuem conhecimento específico para prestar uma orientação adequada aos clientes.

 

Outra situação grave: muitos desses «profissionais» estão oferecendo máquinas porque conseguiram alguma representação de fabricantes externos mas nunca os visitaram, não conhecem suas infraestruturas, engenharia, etc – simplesmente estão tentando vender mas sem qualquer disposição ou condições técnicas para o «depois da venda».

 

Isso pode significar a diferença entre solução e problema!

 

 

 

  DICA 3: O Vendedor conhece pessoalmente a indústria que produziu a(s) máquina(s)?  

 

Conhecer a infraestrutura do fabricante da(s) máquina(s) é fundamental.

 

Só assim o vendedor ou representante poderá avaliar questões como capacidade de suporte/assistência técnica, pós-venda, novos desenvolvimentos, capacidade técnica, cumplicidade, facilidade de comunicação, agilidade na reposição de peças e partes, etc. Não basta representar o equipamento no Brasil – é preciso conhecer o Fornecedor e mais ainda: conhecer clientes desse fornecedor lá fora, no caso de máquinas importadas.

 

E o mais importante: pergunte e constate se o Representante nacional possui alguma base no país de origem da máquina (escritório lá fora) de forma a acompanhar processos produtivos, embarques, documentos, manuais, upgrades, etc

 

 

 DICA 4:  As máquinas estão preparadas para as peculiaridades brasileiras?  

 

Aqui está um ponto crucial: nem tudo que serve lá fora serve igualmente aqui no Brasil. Exemplo: a média de altura de um(a) operador(a) brasileiro(a) é maior do que de um asiático.

 

Logo, ter uma máquina com altura inadequada aos nossos padrões pode trazer várias consequências, como menor produtividade, desgaste e até danos ao operador e suas derivações.

 

Além disso, questões como:
– níveis de ruído;
– segurança do operador;
– tipos de papéis brasileiros;
– formatos e facas brasileiras,
– leis trabalhistas, etc, etc,

 

precisam ser consideradas. Informe-se muito bem sobre essas questões e evitará muitos incômodos..

 

 

  DICA 5: E o suporte e Assistência Técnica?  

 

Diferenças gritantes de cultura, fuso-horário, comunicação, idioma e cumplicidade podem significar um stress terrível se você depender exclusivamente de Assistência Técnica de um fornecedor estrangeiro.

 

Nunca, jamais, mas nunca mesmo dependa somente disso.

 

Esses investimentos em Bens de Capital são expressivos e ter uma máquina parada por falta de peça é algo muito doloroso para qualquer empresa.

 

Conheça a estrutura do seu fornecedor no Brasil, veja se ele tem instalações adequadas para manutenção, confira se os técnicos possuem treinamento na fábrica, verifique referências e que elas sejam no(s) equipamento(s) que você está pensando em adquirir.

 

Depender do suporte de fora pode custar muito caro, caríssimo!Essa é uma informação que você precisa obter com muita segurança.

 

 


Conflitos internos

Um dos maiores problemas de toda atividade comercial ou industrial é a harmonização das equipes de trabalho para que operem num ambiente agradável, sem tensões, sem conflitos, sem “panelinhas”, sem guerras e dissensões.

Entretanto, essa tarefa não é fácil para a maioria dos gestores – os colaboradores não conseguem separar o que é individualidade e o que é  individualismo.

Individualidade: é saudável, ajuda no processo de aperfeiçoamento das atividades pois todos temos capacidades e talentos que precisam aflorar – além disso, é necessário que a empresa propicie condições para que esses talentos apareçam, para que as sugestões possam ser manifestadas, não importando o nível hierárquico dentro da companhia.

Individualismo: é nocivo à organização quanto cada pessoa acha-se suficiente e que não precisa ouvir ou aprender mais nada de ninguém. É quando o colaborador apresenta temperamento difícil, não se relaciona adequadamente com o corpo funcional e quando, além de tudo isso, contamina o ambiente deixando todos tensos, nervosos, insatisfeitos e/ou acomodados.

Temos visto esse problema em muitos lugares – no setor produtivo das indústrias de embalagens, por exemplo, isso provoca sérios danos – atrasos de entrega, produtos mal feitos, baixa produtividade, altíssimo turnover e por aí afora. O clima organizacional passa a ser muito ruim e todos perdem com isso.

Diante disso, sugerimos uma avaliação constante do setor para que providências urgentes sejam tomadas.

Fale com a ForEx Consulting – nós sabemos como resolver esse problema, com técnicas simples, mas que propiciam uma renovação mental e comportamental capaz de reverter todo o quadro negativo da empresa ou departamento.

 


IMPORTAÇÃO DIRETA

A IMPORTAÇÃO DIRETA é um benefício que as empresas brasileiras possuem, mas é muito pouco difundido. Ou seja: ao invés de utilizar o recurso, as empresas compradoras preferem utilizar-se dos mecanismos que os fornecedores nacionais de máquinas e equipamentos já possuem, achando que com isso estão tendo vantagens.

 

Nós, da ForEx Consulting, propiciamos esse recurso às empresas preparando toda a documentação para habilitá-las junto à Receita Federal – a partir daí, poderão comprar do exterior diretamente, eliminando consideráveis custos de intermediação de terceiros. 

 

O nosso Departamento de Comércio Exterior orienta todas as fases e dá todo o suporte necessário aqui e fora do país. Documentação, traslados, contratação de fretes internacionais, Seguros, acompanhamento de cargas, etc., são alguns de nossos serviços.

 

Fale conosco e descubra como é possível economizar muito na hora de adquirir máquinas e insumos para a sua indústria.

 


Planejamento e Controle da Produção

Um dos maiores problemas nas empresas gráficas é o Set0r de Produção. A grande dificuldade da maioria das companhias que operam com embalagens, por exemplo, é estabelecer critérios que promovam a eficiência necessária para esse setor. Popularmente falando, é um “bate-cabeças” impressionante. O fluxo de materiais, o controle dos insumos, as áreas de produtos acabados, o Departamento de Expedição, etc, são normalmente saturados de controles ineficientes e, às vezes, até inexistentes.

 

Assim, é imprescindível repensar o setor quando alguns sintomas começam a aparecer.
Veja alguns exemplos:

 

  • Quando os pedidos dos clientes atrasam por falta de insumos (papéis, tintas, polietileno, alças, etc);
  • Quando as quebras de produção excedem os parâmetros considerados normais;
  • Quando há constante utilização de horas extras dos funcionários;
  • Quando os produtos são devolvidos pelos clientes por não conformidade com o pedido original;
  • Quando o “clima” da produção está demasiadamente “pesado” e estressado – veja o Artigo “Conflitos internos”;
  • Quando há um turnover fora dos padrões;
  • Quando há constantes defeitos ou quebras de máquinas e equipamentos.
  • Outros fatores poderiam ser relacionados e a lista não é pequena. Mas não há motivo para pânico: existe solução!

 

Hoje existem vários mecanismos técnicos capazes de propiciar um Planejamento e Controle da Produção com extrema eficiência.

 

PCP é o departamento que permite a continuidade dos processos produtivos na indústria. Controla a atividade de decidir sobre o melhor emprego dos recursos de produção, assegurando, assim, a execução do que foi previsto no tempo e quantidade certa e com os recursos corretos. Em resumo, o PCP trata dados de diversas áreas, transforma-os em informações, suporta à produção para que o produto seja entregue na data e quantidade solicitada.

 

Podemos dizer que o PCP estará pronto quando forem respondidas as seguintes questões:

 

  • 1° O que produzir?
  • 2° Quanto produzir?
  • 3° Onde produzir?
  • 4° Como produzir?
  • 5° Quando produzir?

 

Enfim, implantar ou não essa Metodologia pode fazer toda a diferença entre sucesso e fracasso!

 


Comunicação interna nas empresas

A comunicação interna nas empresas é algo que merece um enfoque especial. No segmento gráfico isso não é diferente.

Em nossas consultorias temos constatado fatos que beiram o inacreditável. O Departamento de Vendas não se entende com os vendedores, o pessoal da pré-impressão constantemente tem conflitos com a produção, o Setor de Compras não está alinhado com as necessidades dos Pedidos e constantemente faltam os insumos básicos para a produção (papel, tintas, etc), e por aí vai…É impressionante a dificuldade de se organizar os eventos do dia-a-dia de tal forma que todos ganhem. E o pior: o mercado detecta isso, especialmente no que tange ao não cumprimento de prazos, à qualidade dos produtos entregues, ao pós-venda, etc.

 

Muitos bons negócios já ruíram por conta da má comunicação.

 

É preciso então repensar algumas atitudes. Sem método, sem treinamento, sem uma visão clara dos processos e suas consequências é praticamente impossível reverter esse quadro caótico. Porém, quando a empresa investe em treinamento específico e implanta uma metodologia baseada em regras claras e controles rígidos, essa situação pode melhorar de forma expressiva, reduzindo custos e ampliando significamente a produtividade da companhia.

 

TREINAMENTO é a palavra-chave. Quando toda a equipe entende a dimensão da importância de uma comunicação eficiente, tudo flui melhor, com muito menos stress e com muito mais eficiência e eficácia.. As pessoas (funcionários) serão as primeiras beneficiadas tornando o ambiente de trabalho em algo saudável – tudo isso transferirá aos produtos e serviços da companhia a qualidade exigida pelo mercado e, consequentemente, o reforço da imagem da empresa.

 

COMUNIQUE-SE BEM!

 


Produção manual de sacolas de papel

Quem produz sabe o stress que os serviços terceirizados de dobra e colagem podem produzir.

 

Desde a questão da qualificação da mão-de-obra até às questões da logística, os custos e tempos envolvidos geram, quase sempre, uma grande dor de cabeça.

 

Quebras de produção, avarias, riscos, manchas, atrasos de entrega, custos de leva e traz da gráfica aos terceirizados, cobrança, etc, são alguns dos pontos cotidianamente vividos pelas indústrias desse tipo de embalagem. Temos ainda que considerar os danos indiretos mas relevantes criados com o constrangimento do cliente ao receber suas embalagens com defeitos e avarias.

 

Por exemplo:

Uma sacola mal colada pode gerar um sério inconveniente ao cliente final, o consumidor que sai de uma loja com essa embalagem. Imagine ele chegar na rua após sair da loja e ver a sacola (p.ex) soltar o fundo, arrebentar do lado, soltar uma alça e, pior ainda, ver sua compra cair no chão (uma roupa, um vinho, um óculos, etc).  Por conseqüência, poderá retornar ao lojista que a forneceu e reclamar com veemência, prejudicando suas relações e manchando a marca da loja.

 

Obviamente, o problema não irá encerrar ali – esse lojista transferirá à gráfica fornecedora todo esse dissabor, podendo cancelar todo o pedido, pedir alguma vantagem financeira como prorrogação de vencimento, p.exemplo ou até mesmo, um ressarcimento moral pelo inconveniente. Em caso mais graves, pode ocorrer também a perda definitiva desse lojista como cliente.

Existem soluções para tudo isso: automação dos processos, treinamento das equipes envolvidas, conscientização constante de todos os envolvidos e um PCP (Planejamento e Controle de Produção) eficiente e eficaz.

 

Nós, da ForEx Consulting, oferecemos todo o suporte necessário para transformar a sua gráfica de embalagens numa indústria de alta performance.

Hoje já é possível automatizar quase 100% do processo e isso fará a total diferença, evidenciando quem ficará e quem sairá desse mercado.


Sacolas plásticas X sacolas de papel

Não existe a menor chance de retrocesso: as sacolas plásticas estão com seus dias contados, embora ainda insistam numa sobrevida por algum tempo.

Bem, em primeiro lugar o saquinho plástico é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos, ou seja, seu tataraneto pode no futuro se deparar com o saquinho que você jogou fora hoje.

 

 

No Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por saquinhos plásticos – além disso, a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma toneada de plástico são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os degetos resultantes”.

 

Assim, será inevitável o crescimento relevante do consumo de sacolas de papel, tanto as processadas manualmente como as chamadas “automáticas”, geralmente impressas por processos de flexografia.

 

O empresário que enxergar já essa realidade e se preparar com máquinas especiais para esse fim estará apto a enfrentar a nova onda de consumo que bate à porta, já!

 

Fale com a ForEx Consulting – nós ajudaremos você no processo de migração do plástico para papel ou na ampliação de sua capacidade produtiva de embalagens.