Planejamento e Controle da Produção

Um dos maiores problemas nas empresas gráficas é o Set0r de Produção. A grande dificuldade da maioria das companhias que operam com embalagens, por exemplo, é estabelecer critérios que promovam a eficiência necessária para esse setor. Popularmente falando, é um “bate-cabeças” impressionante. O fluxo de materiais, o controle dos insumos, as áreas de produtos acabados, o Departamento de Expedição, etc, são normalmente saturados de controles ineficientes e, às vezes, até inexistentes.

 

Assim, é imprescindível repensar o setor quando alguns sintomas começam a aparecer.
Veja alguns exemplos:

 

  • Quando os pedidos dos clientes atrasam por falta de insumos (papéis, tintas, polietileno, alças, etc);
  • Quando as quebras de produção excedem os parâmetros considerados normais;
  • Quando há constante utilização de horas extras dos funcionários;
  • Quando os produtos são devolvidos pelos clientes por não conformidade com o pedido original;
  • Quando o “clima” da produção está demasiadamente “pesado” e estressado – veja o Artigo “Conflitos internos”;
  • Quando há um turnover fora dos padrões;
  • Quando há constantes defeitos ou quebras de máquinas e equipamentos.
  • Outros fatores poderiam ser relacionados e a lista não é pequena. Mas não há motivo para pânico: existe solução!

 

Hoje existem vários mecanismos técnicos capazes de propiciar um Planejamento e Controle da Produção com extrema eficiência.

 

PCP é o departamento que permite a continuidade dos processos produtivos na indústria. Controla a atividade de decidir sobre o melhor emprego dos recursos de produção, assegurando, assim, a execução do que foi previsto no tempo e quantidade certa e com os recursos corretos. Em resumo, o PCP trata dados de diversas áreas, transforma-os em informações, suporta à produção para que o produto seja entregue na data e quantidade solicitada.

 

Podemos dizer que o PCP estará pronto quando forem respondidas as seguintes questões:

 

  • 1° O que produzir?
  • 2° Quanto produzir?
  • 3° Onde produzir?
  • 4° Como produzir?
  • 5° Quando produzir?

 

Enfim, implantar ou não essa Metodologia pode fazer toda a diferença entre sucesso e fracasso!

 


Comunicação interna nas empresas

A comunicação interna nas empresas é algo que merece um enfoque especial. No segmento gráfico isso não é diferente.

Em nossas consultorias temos constatado fatos que beiram o inacreditável. O Departamento de Vendas não se entende com os vendedores, o pessoal da pré-impressão constantemente tem conflitos com a produção, o Setor de Compras não está alinhado com as necessidades dos Pedidos e constantemente faltam os insumos básicos para a produção (papel, tintas, etc), e por aí vai…É impressionante a dificuldade de se organizar os eventos do dia-a-dia de tal forma que todos ganhem. E o pior: o mercado detecta isso, especialmente no que tange ao não cumprimento de prazos, à qualidade dos produtos entregues, ao pós-venda, etc.

 

Muitos bons negócios já ruíram por conta da má comunicação.

 

É preciso então repensar algumas atitudes. Sem método, sem treinamento, sem uma visão clara dos processos e suas consequências é praticamente impossível reverter esse quadro caótico. Porém, quando a empresa investe em treinamento específico e implanta uma metodologia baseada em regras claras e controles rígidos, essa situação pode melhorar de forma expressiva, reduzindo custos e ampliando significamente a produtividade da companhia.

 

TREINAMENTO é a palavra-chave. Quando toda a equipe entende a dimensão da importância de uma comunicação eficiente, tudo flui melhor, com muito menos stress e com muito mais eficiência e eficácia.. As pessoas (funcionários) serão as primeiras beneficiadas tornando o ambiente de trabalho em algo saudável – tudo isso transferirá aos produtos e serviços da companhia a qualidade exigida pelo mercado e, consequentemente, o reforço da imagem da empresa.

 

COMUNIQUE-SE BEM!

 


Produção manual de sacolas de papel

Quem produz sabe o stress que os serviços terceirizados de dobra e colagem podem produzir.

 

Desde a questão da qualificação da mão-de-obra até às questões da logística, os custos e tempos envolvidos geram, quase sempre, uma grande dor de cabeça.

 

Quebras de produção, avarias, riscos, manchas, atrasos de entrega, custos de leva e traz da gráfica aos terceirizados, cobrança, etc, são alguns dos pontos cotidianamente vividos pelas indústrias desse tipo de embalagem. Temos ainda que considerar os danos indiretos mas relevantes criados com o constrangimento do cliente ao receber suas embalagens com defeitos e avarias.

 

Por exemplo:

Uma sacola mal colada pode gerar um sério inconveniente ao cliente final, o consumidor que sai de uma loja com essa embalagem. Imagine ele chegar na rua após sair da loja e ver a sacola (p.ex) soltar o fundo, arrebentar do lado, soltar uma alça e, pior ainda, ver sua compra cair no chão (uma roupa, um vinho, um óculos, etc).  Por conseqüência, poderá retornar ao lojista que a forneceu e reclamar com veemência, prejudicando suas relações e manchando a marca da loja.

 

Obviamente, o problema não irá encerrar ali – esse lojista transferirá à gráfica fornecedora todo esse dissabor, podendo cancelar todo o pedido, pedir alguma vantagem financeira como prorrogação de vencimento, p.exemplo ou até mesmo, um ressarcimento moral pelo inconveniente. Em caso mais graves, pode ocorrer também a perda definitiva desse lojista como cliente.

Existem soluções para tudo isso: automação dos processos, treinamento das equipes envolvidas, conscientização constante de todos os envolvidos e um PCP (Planejamento e Controle de Produção) eficiente e eficaz.

 

Nós, da ForEx Consulting, oferecemos todo o suporte necessário para transformar a sua gráfica de embalagens numa indústria de alta performance.

Hoje já é possível automatizar quase 100% do processo e isso fará a total diferença, evidenciando quem ficará e quem sairá desse mercado.


Sacolas plásticas X sacolas de papel

Não existe a menor chance de retrocesso: as sacolas plásticas estão com seus dias contados, embora ainda insistam numa sobrevida por algum tempo.

Bem, em primeiro lugar o saquinho plástico é um derivado do petróleo, substância não renovável, feita de uma resina chamada polietileno de baixa densidade (PEBD) e sua degradação no ambiente pode levar séculos, ou seja, seu tataraneto pode no futuro se deparar com o saquinho que você jogou fora hoje.

 

 

No Brasil aproximadamente 9,7% de todo o lixo é composto por saquinhos plásticos – além disso, a produção do plástico é ambientalmente nociva. Para produzir uma toneada de plástico são necessários 1.140 kw/hora (esta energia daria para manter aproximadamente 7600 residências iluminadas com lâmpadas econômicas por 1 hora), sem contar a água utilizada no processo e os degetos resultantes”.

 

Assim, será inevitável o crescimento relevante do consumo de sacolas de papel, tanto as processadas manualmente como as chamadas “automáticas”, geralmente impressas por processos de flexografia.

 

O empresário que enxergar já essa realidade e se preparar com máquinas especiais para esse fim estará apto a enfrentar a nova onda de consumo que bate à porta, já!

 

Fale com a ForEx Consulting – nós ajudaremos você no processo de migração do plástico para papel ou na ampliação de sua capacidade produtiva de embalagens.

 

 


Formadora/armadora do Tubo da sacola (dobra e colagem lateral)

Formadora/armadora do Tubo da sacola

(dobra e colagem lateral)

Esse equipamento pressupõe a entrada de uma folha única que formará uma sacola.

O equipamento trabalha com várias gramaturas, a partir de 120 g/m2, mas recomenda-se operá-la a partir de 180g/m2 por questões de produtividade e segurança. As folhas são tracionadas automaticamente pela máquina através de pinças com ventosas, ou seja: não há necessidade, nesta etapa, de alimentação manual das folhas, o que facilita sobremaneira o seu manuseio.

Possui um “setup” muito rápido e se ajusta praticamente a todos os tamanhos mais usuais de sacolas. Por ser um processo automatizado e colagem por hot melt, o sistema mantém uma uniformidade de processo, economizando cola e mantendo a constância da qualidade e resistência da colagem.